O que Presidente Bernardes compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Presidente Bernardes compraram US$ 4.057 de outros países. É 94% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 64,3 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 441 cidades de São Paulo que importaram, Presidente Bernardes ficou em 432º lugar. No Brasil, em 2.439º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Máquinas e aparelhos para colheita ou debulha de produtos agrícolas…0,4 toneladasUS$ 4.057100%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 4.057100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2023US$ 47,7 mil
- 2024US$ 54,5 mil
- 2025US$ 64,3 mil
- 2026 (até setembro)US$ 4.057
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Presidente Bernardes
Quanto Presidente Bernardes importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Presidente Bernardes (SP) compraram US$ 4.057 de outros países: 1 produto, de 1 país.
O que Presidente Bernardes mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Máquinas e aparelhos para colheita ou debulha de produtos agrícolas… (100%).
De quais países Presidente Bernardes mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
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